23 junho 2012

A História do Planeta Maldek - Parte 2


EDUCAÇÃO MALDEQUIANA

Antes de continuar com a narrativa de minha primeira vida no nível tridimensional (molar) do campo vital universal, gostaria de contar-lhes sobre Doy de Maldec (meu nome naquela época). Em primeiro lugar, não tenho nenhuma reserva quanto a descrever-me ou a meu povo, os Maldequianos, bem como suas atitudes de primeira vida. Tampouco hesito um segundo sequer em descrever nossas ações passadas, pois o que foi executado pelas forças da luz ou da escuridão não pode ser desfeito, e essas ações ainda podem ser modificadas pelas mesmas forças para melhor ou pior. Claro que o significado dos termos melhor ou pior depende do lado da roda universal da vida em que reside a consciência da pessoa. 


Depois de passarem tormentos e angústias tremendas muitos Maldequianos (tanto Darmins como Quains), inclusive eu, opuseram-se ao malévolo programa psíquico de nosso el, mudando nossa consciência para o lado oposto da roda, e ao agir assim uniram-se às forças da luz. Cuidado, pois existem Maldequianos (em número maior que nós, convertidos) que ainda acreditam na superioridade racial e praticam os costumes antigos. Eles podem ser encontrados atualmente em meio aos mundos das forças sombrias que saqueiam certas partes do universo e lançam um olhar curioso sobre o planeta Terra. 

Especulou-se que a construção da Grande Pirâmide e a destruição de Maldec foram permitidas pelo Criador de Tudo Aquilo Que Existe para desvincular o El de Maldec dos recém-nascidos Maldequianos, salvando-os de qualquer doutrinação malévola.

Nós, de Maldec, não mais passamos um período em estado de animação suspensa depois do nascimento físico, pois nosso planeta natal já não existe. Esse facto criou mudanças no campo vital universal que impedem nosso El de manter e doutrinar os recém-nascidos Maldequianos.

Depois da destruição de Maldec, todos os recém-nascidos Maldequianos (os que nunca haviam experienciado vida humana) passaram a ser chamados chaire-salbas (os que percorrem um caminho desconhecido). 

Existem aproximadamente 35.000 desses Maldequianos atualmente morando em vários mundos diferentes localizados em outros sistemas solares. A Federação está atualmente assentando os chaire-salbas, num único grupo, numa lua de Urano, de forma que possam constituir uma sociedade civilizada que poderá ser a base de uma nova cultura Maldequiana composta de todos os tipos de Maldequianos desejosos de seguir o caminho das forças de luz. 

[O mundo onde serão finalmente plantadas as sementes dessa nova cultura Maldequiana será descrito perto do final deste texto. - W.B.] 

MEMÓRIA ROM 

Naquela vida, passei apenas aproximadamente 19 dias terrestres em meu planeta natal de Maldec (depois de meu despertar) e nunca mais lá voltei a qualquer tempo antes de sua destruição. A maior parte do que sei atualmente sobre a cultura humana antiga, características físicas e vida animal de meu mundo natal foi obtida de roms (gravações) mentais criados pelo pessoal de Opatel Cre‘ator no tempo em que ele era embaixador de Maldec e da Terra. A arte de elaboração de roms era muito primitiva naqueles tempos, e as visões e sons registrados de Maldec eram acompanhados pela desconfiança legítima de certo(s) produtor(es) nodiano(s) de roms. As opiniões dos nodianos acerca dos Maldequianos daquela época eram bastante depreciativas. Minha primeira experiência com esses sentimentos e opiniões nodianos gravados me deixou furiosa. 

Atualmente, minhas visões seriam muito, mas não totalmente, semelhantes às desses antigos fabricantes de roms. Mas suas visões e as minhas seriam hoje influenciadas por muitos acontecimentos e outros desdobramentos ocorridos desde a criação dessas gravações rom. 

A pessoa conectada a um rom mental fica sujeita ao conteúdo do rom a tal ponto que o receptáculo das informações mentais na realidade representa a pessoa (é a pessoa) criadora do rom. Somente depois do término da leitura do rom, a pessoa consegue refletir sobre o conteúdo do rom com seus próprios sentimentos e conhecimentos. Digo isso para acrescentar que quem quer que estivesse lendo uma gravação rom de qualquer de minhas vidas anteriores ouviria, veria, sentiria o cheiro e o gosto, teria as sensações físicas e reações emocionais exatamente como eu as experimentei em qualquer época de qualquer vida.

Durante uma sessão de leitura de rom de quaalquer de minhas vidas, o leitor de rom seria Doy de Maldec e de maneira alguma o próprio leitor. Uma vida de 200 anos requer aproximadamente quatro minutos terrestres para ser experienciada mentalmente, embora o leitor de mm tivesse a impressão de ter vivido aquela vida e experienciado 200 anos. A maioria das pessoas, depois de ler e experienciar um rom mental correspondente à primeira vida de um Quain Maldequiano, ficaria emocionalmente devastada depois. O significado do mal supremo e os meios necessários à perpetuação de sua existência no universo talvez fossem demais para uma pessoa da luz lidar mental e psiquicamente. 

A pessoa que estiver experiênciar uma gravação rom da primeira vida de um Quain necessariamente depara-se com motivações e acontecimentos influenciados pelo programa psíquico do El Maldequiano, Baal (Lúcifer). Do ponto de vista de vocês, seria como apertar a mão do diabo e concordar com tudo o que ele dissesse, prestando-lhe fanática e alegremente toda sua atenção e serviço espiritual. Sabiam que as forças da escuridão querem sua alma e querem que vocês representem para elas e lhes forneçam toda sua energia criativa (força vital) por toda a eternidade?

[A palavra live (em inglês viver) soletrada de trás para frente é e-v-i-l (mal em inglês). Quando a pessoa viveu (lived em inglês) em oposição ao plano mestre do Criador de Tudo Aquilo Que Existe, poderia ser chamada d-e-v-i-l (diabo em inglês). - W.B.I] 

No dia seguinte à colocação do topo da Grande Pirâmide, minha irmã e minha mãe foram embora da Terra rumo a Maldec e eu fiquei para trás com meu pai, Nass-Kolb, integrante do conselho de planeamento, cuja tarefa era dar consultoria aos órgãos administrativos Maldequianos e guarnições militares situados em várias regiões da Terra. Seu trabalho incluía, na época, certificar-se de que toda nossa gente sabia o que fazer depois de a pirâmide atingir seu objetivo, ou seja, transmitir a energia Vril de reserva de Terra a Maldec. Esperava-se que o povo nativo da Terra tivesse várias reações hostis a esse acontecimento. Calculou-se que depois de um curto período, a perda da energia Vril da Terra faria com que o povo nativo da Terra ficasse fisicamente cansado e confuso. Os terráqueos que executavam certos serviços não conseguiriam trabalhar, teriam, portanto, de ser substituídos imediatamente por Darmins e Simms. Esperava-se também que houvesse muitas mortes entre a gente da Terra em decorrência de choque psíquico, pois poderiam ser desligados da consciência de seu El de origem.

Meu pai e seus colegas estavam muito preocupados com os fatores desconhecidos que poderiam influenciar o resultado. Fiquei para trás com meu pai para me aclimatar melhor à vida tridimensional. Eu acordara apenas há pouco mais de três semanas terrestres. Meu pai julgou que seria bom para mim observá-lo às voltas com seu trabalho, bem como interagir com quem tinha uma parte importante em nosso grandioso projeto. Ele queria que eu experimentasse a emoção de fazer parte de um grande acontecimento histórico Maldequiano. 

Durante várias semanas meu pai e eu viajamos num carro aéreo graciano a muitos lugares da Terra. Em cada lugar jantamos e fomos entretidos pelo governante ou chefe militar local. Fomos tratados de forma ainda mais grandiosa no palácio do sumo governante Maldequiano da Terra, Her-Rood. Nossa visita a seu palácio poderia ser comparada a comparecer a um circo de 300 acres. Foi minha primeira experiência com emoção e riso incessante. 

Continua na 3º parte,


sobre: Marduk de Maldec, Doy e Príncipe Andart, Terra de Mir.

Este texto foi extraído do livro Conexões ET - Através de Olhos Alienigenas. Wesley H. Bateman, Telepata da Federação.

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