19 junho 2012

MESTRA NADA - Invoquem a Chama Trina. 19.06.2012




Trab. Da Luz - Sim.

Em nome da minha Poderosa presença Divina EU SOU, EU SOU, EU SOU em meu Coração, eu agora Invoco a Chama Trina para verter Luz em todo o Planeta Terra neste momento. Eu Invoco a Chama Trina, eu Invoco a Chama Trina, eu Invoco a Chama Trina do meu Coração do Coração de Deus. Que a Chama Trina de Shamballa agora brilhe poderosamente em todos os Corações. LUZ! LUZ! LUZ!

Mestra Nada - Olá, meu filho, como vai? 

Trab. Da Luz - Vou bem, Mestra, saudades...

Mestra Nada - Logo acabará. Estou feliz, imensamente feliz com o trabalho que está sendo desempenhado por ambos, e por que não dizer por todos? 

Trab. Da luz - Por todos!

Mestra Nada - Que se doam, não é verdade? Que se entregam a este trabalho que é tão magnífico, tão magnífico. Em muitas ocasiões, nós ficamos sem palavras em ver tamanho esforço, tamanha dedicação vinda de cada um de vocês. Esperamos que saibam a cada dia que passa que sois muito importantes, que tens muito o que doar, que tens muito o que amar. Cada trabalho vosso, cada Serviço, cada sorriso, cada gesto, até mesmo cada tristeza vossa faz uma diferença espetacular no Cosmos. Nós Somos Gratos por todo esse Amor, por toda essa Dedicação. 

Trab. Da Luz - Obrigado, Mestra. Eu te amo muito! 

Mestra Nada - Não tens o que me agradecer, não tens o que me agradecer, meu querido, Eu Sou você. Agradeça a si mesmo e estarás agradecendo a mim. Graças a Deus.

Trab. Da Luz - Graças a Deus. Somos Um. 

Mestra Nada - Estou Grata ao Sananda por a Sua Luz e a Sua Dedicação com esse Planeta. Estou Grata ao Sananda por Permitir que todas as energias mal qualificadas possam ser transmutadas e mais uma vez ser Unificadas no Coração do Criador. Obrigada, Obrigada, Obrigada. 

Trab. Da luz - Obrigado, obrigado, obrigado. 

Nada - Sintam-se abraçados por mim, de todo o Meu Coração. E por favor, por favor, nunca, jamais deixem-se dispersar do vosso trabalho que é maravilhoso, que nos deixa confiantes ainda mais, que Nos deixa Honrados em Saber que Podemos Confiar a determinadas tarefas em vossas mãos. Falamos dessa forma, porque Sabemos, sem dúvidas, das vossas capacidades de transmutar essas correntes. E como já estão sendo alertados, tomem cuidado com os ataques que poderão vir de onde menos imaginares. Não quero assustar-vos, apenas deixar-vos cientes de possíveis acontecimentos, mas também cientes que possíveis acontecimentos podem ser modificados.Como sabeis o futuro é criado segundo após segundo e pode ser modificado segundo após segundo. Não há nenhuma ação que esteja no futuro que não possa ser modificada, segundos antes no passado, se é que me compreendem. 

Vocês estão dentro desse processo, nesse grande processo de forças Divinas, compreendem? Essas correntes estão a envolver-vos cada vez mais. A cada dia que amanhece em vosso mundo, em cada raiar de Sol, os seus corpos estão a modificar-se ainda mais, possibilitando assim às energias que estão se deslocando do Centro da Galáxia a encontrarem ingresso em cada chacra dos vossos sete corpos. 

EU SOU Nada e me Sinto Honrada em poder transmitir-lhes estas informações. Prestem mais atenção naquilo que o vosso Eu Superior está a falar-vos, pois alguns assuntos, alguns conhecimentos ainda estão a acordar, podemos dizer assim, a despertar porque quando realmente estiverem em nível bastante superior, não que isto não esteja ocorrendo agora, neste exato momento, mas compreendeis o significado das minhas palavras quando digo isso. Ainda tens muito mais o que dar, muito mais em amor a expandir-se e abraçar a todos, a todos. Não se contentem apenas com o que vocês têm agora, apenas com a energia que está a envolver-vos neste exato momento, porque na verdade é muito mais do que podeis imaginar. É fabuloso, espetacular, fantástico, palavras dessa dimensão atual não são capazes de abraçar, abranger toda essa maravilha que é a Ligação Direta com a Fonte Suprema. 

Nós Somos vós...Vós...Vós. Amamo-vos e queremos que saibais disso a cada dia que passa e que sintam isso em vossos corações, porque o dia se aproxima em que a reunião entre os membros do vosso mundo inteiro irão de uma vez por todas quebrar todas as barreiras que ainda existem no que diz respeito à existência de outras consciências paralelamente, me compreende meu querido? 

Trab. Da Luz – Sim 

Mestra Nada - Estou Encantada e Agradecida. Quer falar algo?

Trab. Da Luz - Apenas que eu te amo muito, tenho muita esperança, fé e vou me esforçar ao máximo para continuar o Serviço. 

Mestra Nada - Que assim seja. Estou deixando o canal neste instante. Deixo-te o meu abraço ao canal, meu agradecimento fraterno, por prestar as suas doces e fantásticas faculdades mediúnicas para esta comunicação. 

(alguns pensamentos de preocupação do trabalhador da Luz) 

Mestra Nada, vendo os pensamentos, responde: 

Querido, não permita ser abalado por nada, estejam na Luz. Que Sananda os abençoe. 

Trab. Da luz -  Que assim seja. Amém.

Canal: Protegido


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A ENERGIA VRIL


A Atlântida não era apenas uma ilha, mas sim um território de dimensões continentais como nos relatou o filósofo Platão nos diálogos de Timeu e Crítias. 

Ela cobria quase a totalidade do Oceano Atlântico, estendendo-se desde a costa da atual Flórida até as ilhas Canárias, Açores e Madeira. Sua cultura era muito avançada, sendo que em muitos pontos ultrapassava os povos atuais com facilidade. As nações são apenas berços para a reencarnação de grupos espirituais. 

Na Atlântida reencarnavam, há séculos, somente espíritos com graduação semelhante ao estágio que a humanidade atual irá atingir a partir do segundo século do terceiro milênio. O grande fator de diferenciação do povo atlante em relação à humanidade atual era a sua visão liberta de paradigmas. 


Os atlantes enxergavam o plano invisível e não eram escravos do materialismo como os povos atuais, motivo pelo qual os habitantes da ilha de Posseidon desenvolveram de forma admirável as faculdades paranormais, o que permitia-lhes uma ligação direta com outras realidades dimensionais como, por exemplo, com a do mundo dos espíritos na Pátria Maior. 

Essa visão abrangente permitiu ao povo atlante desenvolver uma tecnologia energética que ficou conhecida pelo nome de Vril. Essa energia era desencadeada através dos elementos invisíveis da natureza e permitia um grande avanço nos meios de produção, proporcionando ao povo conforto e um elevado padrão de vida. 

O Vril era uma energia dinâmica capaz de se apresentar sob vários aspetos. Uma de suas formas mais comuns de manifestação era através da Inversão do eixo gravitacional de elementos materiais. A partir de uma indução energética era possível erguer pesados blocos de rocha como se fossem monólitos de algodão, tecnologia que permitia a construção de grandes edifícios sem a utilização de máquinas pesadas. 

Era necessário apenas conduzir as pedras colossais aos locais apropriados depois de serem lapidadas através de avançada tecnologia. Os primeiros egípcios, que ainda dominavam parcialmente o Vril, construíram as pirâmides de Gizé utilizando-se dessa tecnologia. Somente o vril poderia erguer monólitos com duas toneladas de peso sem a utilização de roldanas e guindastes. 

Outros povos descendentes dos atlantes, como os habitantes da ilha de Páscoa e os Sumérios, também utilizaram-se dessa energia para erguer suas fantásticas construções e seus monumentos. O povo egípcio, os maias, os astecas e outros povos da Antiguidade receberam a influência direta dos atlantes após a submersão da Grande Ilha. 

Diversas embarcações abandonaram a Atlântida antes do Grande Juízo Final, levando a bordo habitantes que foram viver em outras terras e caldearam sua cultura à dos povos primitivos do resto do globo. Esse fato proporcionou um grande impulso para o desenvolvimento tecnológico, que até hoje impressiona os historiadores. 

Os egípcios são um grande exemplo! Até a quinta dinastia eles possuíam um avanço considerável. Ao contrário da ordem natural da evolução dos povos, eles nasceram grandes para depois entrarem em franca decadência. Inclusive os primeiros egípcios eram monoteístas e com o passar dos séculos declinaram à crença em vários deuses. Notamos aí o perfil dos capelinos (denominação atribuída aos espíritos exilados para a Terra, oriundos do Sistema de Capela, na Constelação do Cocheiro. 

Fato ocorrido após a submersão da Atlântida no período que corresponde ao início do atual ciclo evolutivo e que se encerará com o advento da Nova Era, já nas primeiras décadas do terceiro milênio), que promoveram a crença pagã entre os gregos, os egípcios e, posteriormente, os romanos. Outro exemplo da presença atlante no resto do mundo é a construção de pirâmides por quase todos os povos antigos do planeta. 

No Egito tivemos as mais impressionantes demonstrações dessa cultura. A Atlântida era um continente repleto desses catalisadores energéticos que eram construídos com as mais belas pedras, desde o granito até o basalto negro. Na capital, Posseidon, existia a Grande Pirâmide que possuía um tamanho quatro vezes maior que a pirâmide de Keops, no Egito, e era composta de blocos de cristal branco, que posteriormente foram fusionados, tornando-se uma única peça. 

Essa grande pirâmide, hoje submersa nas profundezas do oceano, está localizada exatamente na região conhecida como Triângulo das Bermudas, gerando uma espécie de energia magneto-espiritual que desencadeia os fenômenos já conhecidos e a rotineira alteração da leitura dos instrumentos de navegação. Os atlantes dominavam também a tecnologia da informação de cristais de quartzo manipulados pela energia vril. 

O avanço na área da informática foi tal que eles construíram centrais de informações semelhantes aos registros akhásicos do plano espiritual, onde está armazenado em som e imagem todo o pulsar da vida no Cosmo. O povo atlante possuía os registros de todos os acontecimentos de sua civilização e utilizavam-se dessas informações para evitar o trabalho inútil, pois consideravam imperdoável desperdício de energia criar o já criado. 

Portanto, dispunham de um sistema integrado de informações que gerava benefícios a todas as cidades do continente. Outro ponto que fascinava os cientistas atlantes era a total automação dos processos produtivos, mas não com a finalidade de promovera exclusão social, gerando desemprego, como nos tempos atuais. A meta a atingir era a libertação das atividades rotineiras para que o homem pudesse se dedicar ao processo de criação e ao progresso espiritual. 

A energia vril permitia também a criação de veículos não poluentes. Através da inversão do eixo gravitacional, os automóveis locomoviam-se sem rodas, flutuando a dez centímetros do chão. A movimentação em todas as direções e a diferença de velocidade eram comandadas por mudanças na inclinação desse eixo. Talvez aos olhos das pessoas de mente estreita essas informações não passem de mera ficção, mas não podemos omitir a verdade ante a Nova Era que está por vir. 

Os encarnados na face do planeta precisam esclarecer-se, a fim de adaptarem-se às transformações que o futuro exigirá. Na Atlântida as questões espirituais estavam intimamente associadas à ciência e às demais áreas do conhecimento humano. Era impossível falar de qualquer assunto sem envolver a causa primária da vida, que é a realidade espiritual. 

Energia Vril - O Quinto Elemento? O Novo livro de Roger Bottini - Atlântida: No Reino da Luz - aborda um tema intrigante - A energia Vril, que é quase desconhecida no mundo atual. Nos tempos áureos da Atlântida, existiam os Sacerdotes do Vril, que manipulavam essas energias com maestria, o que permitia, em parte, proporciar o avanço tecnológico dessa civilização em relação a sociedade atual.

Segue um texto que explica melhor esse quinto elemento: "O quinto elemento é a energia pura emanada do centro criador, presente em todos os compostos. Os sábios o consideram a causa ou origem dos outros quatro elementos. É o poder espiritual presente em todos os mistos. É a chamada Quinta Essência dos antigos e verdadeiros alquimistas. 

O termo "Quinta Essência" provavelmente foi primeiramente elaborado pelo filósofo Aristóteles, que considerava que o universo era composto de quatro elementos principais, a saber: * Terra * Água * Ar * Fogo Segundo a sua tese, além destes, deveria haver uma substância etérea que interpenetra em todos os compostos e impedindo os corpos celestes de caírem sobre a Terra. 

Depois disso; muita discussão se transcorreu entre alquimistas ou não, sobre a existência, a natureza e a qualidade desse elemento primordial do qual tudo se origina e no qual tudo se mantém. Isaac Newton foi quem mais defendeu a existência dessa "quintessência" em suas teorias e discussões sobre os conceitos de matéria e energia. Muitas vezes, Newton deixou transparecer a sua crença em uma força imaterial presente nos corpos materiais e nas formas de energia. 

Ele admitia que matéria e luz comunicavam-se por algo desconhecido pela ciência. Em suas teorias sobre a propagação das vibrações dos corpos, chamava essa essência desconhecida pelo sugestivo nome de "espírito da matéria". De Aristóteles aos cientistas modernos, muito já se cogitou sobre a força oculta presente em todas as coisas.

Em 1998, três astrofísicos da Universidade de Pensilvânia mencionaram o termo "Quinta Essência" para designar um campo dinâmico quântico que é gravitacionalmente repulsivo. Hoje; a ciência já está quase confirmando a realidade da existência de um quinto elemento através da Física Quântica. Há uma resposta para todas as buscas e uma solução para todas as aflições humanas. Basta apenas utilizar-se dos meios adequados para tal. 

Essa solução mágica que pode curar o mal está necessariamente no mesmo local de onde o mal se originou... na fonte de tudo... no Quinto Elemento. Aí está a fonte dos milagres a que a ciência deve recorrer reconhecendo que tudo é um milagre, a começar pelo próprio conhecimento adquirido através da ciência. 

Albert Einstein já dizia: Só existe duas formas de viver a vida. A primeira é pensando que o milagre não existe; a outra é pensando que tudo é milagre. A busca maior da alquimia interior, consiste na manutenção deste Quinto Elemento, através de técnicas químico-espirituais que visam a obtenção dessa Energia Sagrada para finalidades diversas. 

Em magia, essa mesma energia é denominada Akasha. Quem aprende a dominar e utilizar essa força torna-se um ser iluminado. Geralmente tal insight só ocorre depois de muitos anos de estudo e meditação quando, trabalhando secretamente no laboratório da alma, o iniciado compreende a simplicidade do Ser Absoluto e a sua Onipresença e Onipotência. 

Percebendo que tudo deriva-se dessa coisa única, passa a trabalhar em harmonia com suas Leis e Princípios e em tudo o que vê, sente, toca, consome; sente a presença viva do Divino, do Quinto Elemento. Quem assimila esse conhecimento torna-se capaz de realizar coisas que a ciência materialista dificilmente conseguirá em suas pesquisas simplórias, que leva em conta apenas o lado visível e paupável dos seus objetos de estudo, deixando de lado o estudo da Essência Espiritual presente em todas as coisas. 

Aí está o segredo da Pedra Filosofal, do Elixir da Longa Vida apregoados pelos alquimistas como a chave para a transmutação. Eis um segredo revelado: quem adquire o conhecimento sobre os quatro elementos pode fazer manipulações na matéria, quem aprende, compreende e aplica o conhecimento com base na utilização dos cinco elementos, acrescentando o Divino aos quatro anteriores, pode transmutar as coisas.

" O Disco Voador Nazista e a Energia Vril: A teoria dos discos voadores nazistas possuem uma quantidade grande de informação factível derivada de fontes fidedignas, como alguns livros de história. Segundo esta tese, tudo começou com uma sociedade ocultista na Alemanha, chamada de Sociedade Vril. A Socieade Vril não tem actividades documentadas até 1915. Segundo a Sociedade, o Vril seria uma energia poderosa que existe em nosso corpo.

A meta da Sociedade Vril era aprender a controlar a energia Vril para curar e também para matar. Segundo eles, a energia Vril vinha do próprio planeta abaixo da Terra e era extremamente poderosa. Tão poderosa que eles resolveram usar esta energia para dominar o Mundo. Helena Blavatsky (1831-1891) foi uma Ocultista que viajou para a Índia e Tibet em busca de aprimoramento para seus estudos religiosos.

Lá ela se apaixonou pelos ensinamentos tibetanos e criou a Sociedade Teosófica, chegando a publicar vários livros sobre o assunto, inclusive o aclamado livro da sociedade Vril “A Doutrina Secreta” (1885). É neste livro científico e religioso que está todo o fundamento religioso nazista. Nele, Blavatsky colocou a raça Ariana como deuses na Terra, pois estes seriam descendentes da última raça pura da Terra, os Atlantis (deve ser lembrando que os Arianos de Blavastky são diferentes dos Arianos de Hitler, pois ele distorceu toda a ideologia dela). 

O problema é que este livro é extremamente racista, o que foi o ponto de partida do Nazismo por conta de uma simples interpretação errada (a do extermínio das outras raças). Blavatsky também já havia mencionado sobre a suástica invertida e todo seu poder, que acabou levando os Nazistas a usarem como símbolo... 

Há uma forte crença de que a Sociedade Vril foi fundada como uma “Sociedade Metafísica Exclusivamente Alemã”, para que fosse explorada as origens da raça Ariana, a fim de contactar os “mestres ocultos” da “Ultima Thule”, e praticar a meditação e outras técnicas que pudessem reforçar o domínio individual da divina força Vril. Ela teria sido formada por um grupo de mulheres mediúnicas, lideradas pela médium Maria Orsitsch da Thule Gesellschaft. 

Dizía-se que Adolf Hitler, Alfred Rosenberg, Heinrich Himmler, Hermann Göring, bem como o médico pessoas de Hitler, Dr. Theodor Morell, eram os membros da sociedade Vril. Estes mesmos foram os membros originais da Sociedade Thule, que supostamente uniu-se à Vril em 1919. Com o Hitler assumindo o poder em 1933, alega-se que ambas sociedades receberam o apoio oficial do governo para que continuassem o desenvolvimento dos programas de discos, tanto para o vôo espacial, como para o uso bélico. 

Grandes recursos, tanto de tempo quando financeiros (US$23 bilhões no dinheiro de hoje), foram despendidos na pesquisa e na criação das aceitações histórica, cultural e científica, para que a ideologia de uma raça ariana superior pudesse prosperar na sociedade alemã da época. Expedições ao Tibete, Nepal, Grécia, Ártico e Neuschwabenland na Antártica, foram organizadas em prol da procura pela nação mítica ariana de Hiperbórea, cuja capital Ultima Thule, de acordo com algumas teorias arianas, foi construída por ancestrais extraterrenos das raças arianas, que vieram da estrela Aldebarã. 

A expedição alemã ao Tibete foi organizada para procurar as origens da raça ariana. Especúla-se que muitos “Hitleristas” esotéricos e teoristas da conspiração, que estudaram o misticismo nazista e os eventos que ocorreram durante a Segunda Guerra Mundial, chegaram até a Lua em 1942. Estas alegações têm sido apoiadas por certas fontes, incluindo Vladimir Terziski, o presidente da Academia Americana de Ciências Dissidentes. 

Textos extraídos do livro Akhenaton - a Revolução Espiritual do Antigo Egito.


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INJURIAS E VIOLÊNCIAS - Evangelho de 19.06.2012



1 – Bem-aventurados os mansos, porque eles possuirão a Terra. (Mateus, V: 4)

2 – Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus. (Mateus, V: 9)

3 – Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás, e quem matar será réu no juízo. Pois eu vos digo que todo o que se irá contra o seu irmão será réu no juízo; e o que disser a seu irmão: raca, será réu no conselho; e o que disser: és louco, merecerá a condenação do fogo do inferno. (Mateus, V: 21e 22).

4 – Por essas máximas, Jesus estabeleceu como lei a doçura, a moderação, a mansuetude, a afabilidade e a paciência. E, por conseqüência, condenou a violência, a cólera, e até mesmo toda expressão descortês para com os semelhantes. Raca era entre os hebreus uma expressão de desprezo, que significava homem reles, e era pronunciada cuspindo-se de lado. E Jesus vai ainda mais longe, pois ameaça com o fogo do inferno aquele que disser a seu irmão: És louco. 


É evidente que nesta, como em qualquer circunstância, a intenção agrava ou atenua a falta. Mas por que uma simples palavra pode ter tamanha gravidade, para merecer tão severa reprovação? É que toda palavra ofensiva exprime um sentimento contrário à lei de amor e caridade, que deve regular as relações entre os homens, mantendo a união e a concórdia. É um atentado, à benevolência recíproca e à fraternidade, entretendo o ódio e a animosidade. Enfim, porque depois da humildade perante Deus, a caridade para com o próximo é a primeira lei de todo cristão. 

5 – Mas o que dizia Jesus por estas palavras: “Bem-aventurados os mansos, porque eles possuirão a Terra?” Não ensinou ele a renúncia aos bens terrenos, prometendo os do céu? 

Ao esperar os bens do céu, o homem necessita dos bens da terra para viver. O que ele recomenda, portanto, é que não se dê a estes últimos mais importância que aos primeiros. 

Por essas palavras, ele quer dizer que até agora os bens da terra foram açambarcados pelos violentos, em prejuízo dos mansos e pacíficos. Que as estes falta frequentemente o necessário, enquanto os outros dispõem do supérfluo. E promete que justiça lhes será feita, assim na terra como no céu, porque eles serão chamados filhos de Deus. Quando a lei de amor e caridade for à lei da humanidade, não haverá mais egoísmo; o fraco e o pacífico não serão mais explorados nem espezinhados pelo forte e o violento. Será esse o estado da Terra, quando, segundo a lei do progresso e a promessa de Jesus, ela estiver transformada num mundo feliz, pela expulsão dos maus. 

IV – A Cólera 

9 – O orgulho vos leva a vos julgardes mais do que sois, a não aceitar uma comparação que vos possa rebaixar, e a vos considerardes, ao contrário, de tal maneira acima de vossos irmãos, seja na finura de espírito, seja no tocante à posição social, seja ainda em relação às vantagens pessoais, que o menor paralelo vos irrita e vos fere. E o que acontece, então? Entregai-vos à cólera. 

Procurai a origem desses acessos de demência passageira, que vos assemelham aos brutos, fazendo-vos perder o sangue frio e a razão: procurai-a, e encontrareis quase sempre por base o orgulho ferido. Não é acaso o orgulho ferido por uma contradita, que vos faz repelir as observações justas e rejeitar, encolerizados, os mais sábios conselhos? Até mesmo a impaciência, causada pelas contrariedades, em geral pueris, decorre da importância atribuída à personalidade, perante a qual julgais que todos devem curvar-se. 

No seu frenesi, o homem colérico se volta contra tudo, à própria natureza bruta, aos objetos inanimados, que espedaça, por não o obedecerem. Ah!, se nesses momentos ele pudesse ver-se a sangue frio, teria horror de si mesmo ou se reconheceria ridículo! Que julgue por isso a impressão que deve causar aos outros. Ao menos pelo respeito a si mesmo, deveria esforçar-se, pois, para vencer essa tendência que o torna digno de piedade. 

Se pudesse pensar que a cólera nada resolve,que lhe altera a saúde, compromete a sua própria vida, veria que é ele mesmo a sua primeira vítima. Mas ainda há outra consideração que o deveria deter: o pensamento de que torna infelizes todos os que o cercam. Se tiver coração, não sentirá remorsos por fazer sofrer as criaturas que mais ama? E que mágoa mortal não sentiria se, num acesso de arrebatamento, cometesse um ato de que teria de recriminar-se por toda a vida! 

Em suma: a cólera não exclui certas qualidades do coração, mas impede que se faça muito bem, e pode levar a fazer-se muito mal. Isso deve ser suficiente para incitar os esforços por dominá-la. O espírita, aliás, é incitado por outro motivo: o de que ela é contrária à caridade e à humildade cristãs. 

UM ESPÍRITO PROTETOR Bordeaux, 1863 
Bem Aventurados os que são Brandos e Pacificos IX
Do Evangelho segundo o Espiritismo.
Allan Kardec


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