DOY, UMA MULHER DE MALDEC
“A história do planeta Maldec: Promessas quebradas, sonhos desfeitos, corações partidos, mundos despedaçados, espíritos vergados. E agora somos nós que devemos recuperar tudo isso. Sou Molacar de Vitron.”
[Nota do autor: Em sinal de respeito, a partir deste artigo, a ortografia de Maldec será a constante. WB.]
Despertei na semi-escuridão e levantei-me da cama. Toquei um controle e as cortinas se abriram, deixando a luz do sol inundar o quarto. Na varanda abaixo havia várias pessoas tomando o café da manhã. Eu sabia quem eram, embora nunca as tivesse visto em forma física.
Vesti uma túnica amarela que pendia de um gancho em forma de pescoço de cisne, e abri a porta. Este era o quarto no qual eu dormira sem parar, durante mais de treze anos terrestres, e do qual nunca saíra.