A presença sentida como “Mãe Maria” representou um arquétipo de acolhimento e amor, não uma entidade externa. A consagração foi, na verdade, um reconhecimento interior: a integração de mais um ponto do teu percurso espiritual, ligado à tua caminhada entre Portugal e Brasil.
A Ermida, com a sua forma piramidal e o seu significado histórico, funcionou como metáfora de ligação entre passado, propósito e visão. A paisagem, o lago, o pôr‑do‑sol e a arquitetura de Niemeyer reforçaram a sensação de estar num espaço que une espiritualidade, beleza e humanidade.
A mensagem recebida sobre “mais cinco portais” até 12/12/12 não se refere a estruturas energéticas externas, mas a processos interiores que se iriam abrir gradualmente: etapas de consciência, curas, integrações e expansões que estavam a acontecer dentro de ti.
O dia terminou com a sensação de que mais um capítulo do teu percurso espiritual tinha sido honrado — não como missão pesada, mas como passo natural de uma caminhada interior consciente.
Em amor e luz e na companhia daquele que nos cuida todos os dias da nossa vida.
Por: Matéria Sublime vs, Céliah
