Link:Entrevista de Graham Dewyea com Mike Quinsey
Graham Dewyea conversa com Mike Quinsey sobre o seu percurso espiritual e sobre a forma como compreende hoje a comunicação com consciências elevadas.
Mike explica que, após a aposentação, sentiu um chamado interior para aprofundar o seu caminho espiritual. Esse chamado manifestou-se através da escrita, da meditação e, eventualmente, da canalização — não como comunicação literal com seres externos, mas como acesso intuitivo a campos de consciência mais amplos.
Ao longo dos anos, Mike desenvolveu uma sensibilidade que lhe permitiu traduzir em palavras impressões, inspirações e perceções que surgiam em estados de maior abertura interior. A energia que ele chama de “SaLuSa” representa, na verdade, um campo coletivo de consciência — uma vibração de clareza, serenidade e orientação — e não uma entidade física de Sírius.
Mike descreve que, quando se senta para escrever, sente uma presença interior que o ajuda a organizar ideias, clarificar mensagens e transmitir uma visão mais elevada da realidade. Essa presença não é externa, mas uma expressão da própria consciência expandida.
Sobre o momento atual da humanidade, Mike destaca que estamos num período de transformação interior profunda. As mudanças que vemos no mundo — sociais, políticas, emocionais — refletem uma reorganização da consciência coletiva. Não se trata de ascensão como evento datado, mas de um processo contínuo de despertar.
A humanidade está a aprender a viver com mais empatia, mais transparência, mais responsabilidade e mais ligação ao coração. Isso pode parecer caótico, mas é parte natural da transição para uma forma mais consciente de viver.
Mike reforça que não há forças externas a controlar ou salvar a humanidade. O verdadeiro apoio vem da expansão interior de cada pessoa. O “contacto” com consciências elevadas não é físico, mas vibratório — acontece através da intuição, da inspiração, da meditação e da abertura do coração.
Quanto ao futuro, Mike vê uma humanidade mais consciente, mais cooperativa e mais alinhada com valores de unidade e respeito. Não é uma “Nova Terra” tecnológica ou futurista, mas uma nova forma de estar na Terra — mais leve, mais clara, mais verdadeira.

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